CABELOS O QUE FAZER COM ELES? SEDA NELES!


Pois é, outro dia fui lavar o cabelo, o que é de costume aliás, e me descobri sem condicionador, shampoo nem nada, é que o Sr. dos Anéis daqui de casa também usa tudo o que eu compro (gostou Roberta? encontrei um apelido!), então corri pro telefone pra ver se encontrava na farmácia alguma coisa; chata pra caramba fiquei uns vinte minutos perguntando pra atendente sobre tudo que ela me recomendava e todas as marcas eu não conhecia, então resolvi não arriscar e decidi pelo que era bom, que eu conhecia e que não era tão caro, porque tá dificil cuidar das madeixas sem deixar uma grana preta por aí. Sempre usei a linha Seda, e sempre me dei bem com ela, toda vez que eles saem com uma novidade eu compro, experimento e me agrada e dessa vez não foi diferente, pois é comprei a linha S.O.S Chocolate criada pelo Mauro Freire, claro que desde que saiu a propaganda que eu tava de olho nessa linha Seda Cocriações, posso dizer nem acreditei quando o cabelo secou, ficou soltinho, sedoso, com brilho e ainda cheiroso. Então pedi pra Seda me mandar uma resenha da linha e ela me mandou muito mais, além da resenha dos produtos me mandou a história da empresa. Eu sei que grande, mas vale a pena ler e conferir a história de uma empresa que faz a nossa cabeça há muito tempo, com bons produtos e confiabilidade.

Seda - História Completa

Cabelos mais saudáveis para mulheres mais felizes

A idéia de que os cabelos são a moldura do rosto tem pelo menos 2 mil anos. A história ganhou novo capítulo com o lançamento de Seda, a marca de xampus, cremes e condicionadores líder no Brasil. Seda chegou ao País quando ainda era comum lavar a cabeça com sabão. Hoje, são mais de 40 produtos para diferentes tipos de cabelo, alguns deles desenvolvidos especialmente para o biótipo das brasileiras. Essa evolução, passada entre laboratórios e chuveiros, você acompanha aqui.

Sabão e Magia

O primeiro xampu – ou melhor, o primeiro detergente líquido específico para lavar a cabeça – surgiu em um laboratório na Alemanha, em 1890. O invento só chegou às prateleiras das farmácias três décadas depois, com o fim da Primeira Guerra Mundial, como um artigo de luxo. A preocupação com a saúde e a beleza dos cabelos, no entanto, havia começado 2 mil anos antes, no Oriente. Extratos de plantas e essências de rosa e jasmim eram usados na Antiguidade para tratar a calvície, controlar a oleosidade e amaciar fios rebeldes. O hábito oriental foi chegou ao Ocidente durante as cruzadas da Idade Média. As receitas ganharam aura de feitiço e ingredientes improváveis, como rã, raiz de couve, banha de urso e ferrugem. Nesse tempo, cabelos bem cuidados eram sinal de status, e uma simples trança podia indicar que a donzela estava louca para se casar.
Pelos séculos seguintes, as poções caseiras dividiriam espaço com o mesmo sabão usado para lavar roupas. Foi só na década de 20, com a indústria da beleza começando a ser levada a sério na Europa e nos Estados Unidos, que os cabelos ganharam produtos próprios. O tal detergente alemão foi batizado pela Inglaterra como shampoo, em homenagem à palavra hindu champo, que significa “massagear” – na época, o país dominava a Índia, e a cultura da colônia estava na moda. A fórmula pouco avançada exigia ao menos duas aplicações para limpar os cabelos. Em 1954, a empresa inglesa D & W Gibbs, do grupo Unilever, dá um passo à frente, lançando um xampu capaz de lavar em apenas uma aplicação, sem ressecar os fios como faziam seus antecessores. Era o Sunsilk, que vinha com duas vantagens extras: embalado em garrafas que duravam sete aplicações ou em sachês para uma única lavagem.

Mudança de hábito

A novidade desembarcou no Brasil em 1968, um ano de revoluções. O País assistia à migração do campo para as cidades, e a revolução sexual ajudava a empurrar mulheres para o trabalho fora de casa. Ao mesmo tempo, o processo de industrialização em curso na década popularizava novos produtos de consumo, como eletrodomésticos. O mercado descobria que as mulheres precisavam de praticidade no estilo de vida moderno, e a mídia investia na idéia de que elas deveriam cuidar mais de si mesmas. Para atrair as novas consumidoras, surgiram no mesmo período os primeiros shopping centers e supermercados. Nesse cenário, de mulheres ávidas por novidades para facilitar a vida, a Gessy Lever (nome da Unilever no Brasil até 2001) lançou Seda, um xampu popular para acabar de vez com o hábito de lavar os cabelos com sabão.

O primeiro xampu a gente não esquece

A estréia da Unilever no mercado brasileiro de xampus aconteceu em 1962, com o lançamento de Vinólia, produzido pela Atkinsons, braço de perfumaria fina do grupo.
O produto, no entanto, não chegou a causar sensação na época. Um dos culpados foi a embalagem de vidro do xampu, nada prática sob a água do chuveiro. Em 1966, Vinólia foi relançado em garrafas de plástico, algo inédito no mercado. Dessa vez, a moda pegou, graças também a uma novidade que hoje soa estranha: os xampus passaram a ser vendidos em supermercados. Até então, os produtos de higiene e beleza eram exclusividade das farmácias. O bom desempenho do xampu Vinólia incentivou o lançamento de Seda, uma marca mais econômica e popular.
A novidade desembarcou no Brasil em 1968, um ano de revoluções. O País assistia à migração do campo para as cidades, e a revolução sexual ajudava a empurrar mulheres para o trabalho fora de casa. Ao mesmo tempo, o processo de industrialização em curso na década popularizava novos produtos de consumo, como eletrodomésticos. O mercado descobria que as mulheres precisavam de praticidade no estilo de vida moderno, e a mídia investia na idéia de que elas deveriam cuidar mais de si mesmas. Para atrair as novas consumidoras, surgiram no mesmo período os primeiros shopping centers e supermercados. Nesse cenário, de mulheres ávidas por novidades para facilitar a vida, a Gessy Lever (nome da Unilever no Brasil até 2001) lançou Seda, um xampu popular para acabar de vez com o hábito de lavar os cabelos com sabão.

Beleza natural

Para dançarem o novo rock que tocava nas rádios ou embalarem-se na recém-inventada bossa nova, as garotas mais antenadas dos anos 60 já eram adeptas dos xampus, mas ainda precisavam de efeitos especiais. Os penteados da moda – coque banana e o visual de gatinha, com muito volume em cima e pontas espevitadas para cima – exigiam doses maciças de laquê, enchimentos de esponja de aço e misturas de cerveja e açúcar para manter cada fio em seu lugar. Ficava escultural – e duro como uma pedra. Até uma propaganda mostrar uma mulher sorridente e muito bem penteada insinuando que, naqueles fios, o pretendente podia passar a mão. A diferença entre ela e as hordas de mulheres que passavam horas em frente ao espelho era que a moça do anúncio usava o novo Seda Hair Spray. Feito à base de uma nova resina, em vez da goma-laca, Seda, lançado em 1969, deixava os cabelos na moda, sem que perdessem a naturalidade – um conceito que ganharia força na década seguinte.
Os anos 70 chegaram apegados à natureza. Embora o spray fixador continuasse um sucesso nas rodas mais elegantes, o movimento hippie e sua vertente flower power, adotados por ídolos da época, como as bandas Os Mutantes e Novos Baianos, pregavam uma postura mais simples. A moda eram os cabelos longos, usados soltos, frisados ou em tranças. Para cuidar dessa cabeleira, em 1971 Seda lança mais uma inovação: o creme rinse. Até então, lavar os cabelos significava usar apenas xampu e água. Os nós eram desfeitos à base de muito pente e escova. O novo produto amaciava os cabelos na hora de enxaguar, algo inédito. Um ano depois, o sucesso seria diversificado, e o creme rinse ganharia três versões, para cabelos normais, secos e oleosos. A onda natural invadiria a marca também em seus ingredientes, e durante toda a década de 70 Seda ganharia, além das quatro versões originais, as linhas Erva, Tônico, Bálsamo e Babosa. A publicidade anunciava o poder das plantas, e Seda foi elevado de um simples xampu a cosmético
indispensável.

Cada cabeça, uma sentença

Nos anos 80, o conceito de cosmético natural foi reforçado. Seda lançaria, ao longo da década, xampus e cremes à base de mel, hena, cenoura, alecrim, gérmen de trigo, menta e proteínas da seda. O hair spray continuava na moda, para garantir as jubas repicadas e volumosas. O penteado disputava a preferência com os cabelos curtinhos de topete, emplastrados de gel com purpurina e efeito molhado. Os xampus, que já estavam na maioria dos lares do Brasil, ganharam uma companhia permanente. Em 1980, Seda troca o creme rinse pelo condicionador – palavra até então fora do dicionário de beleza. Sem óleo, o novo creme para enxágüe ganhou status de tratamento e virou par obrigatório do xampu. Quem atestava esse casamento era Dusty Fleming, cabeleireiro de estrelas como Sophia Loren, Rachel Welch e Jacqueline Bisset. Em 1985, Fleming tornou-se garotopropaganda de Seda. Nos anúncios, reforçava o uso da dupla xampu e condicionador para tratar os problemas dos fios – benefício conquistado por Seda após anos de pesquisas.
A idéia de tratar os cabelos durante a lavagem foi levada além durante a década de 90, com o lançamento dos xampus 2 em 1 e da linha Seda Pro – que, além de xampu e condicionador, oferecia máscara e concentrado para pontas. Os laboratórios de Seda fervilhavam de novas pesquisas. Enquanto isso, a abertura da economia para o mercado externo, o Plano Real e os avanços tecnológicos aumentavam o acesso à informação, a serviços e bens de consumo, tornando a moda mais inconstante e as consumidoras, mais exigentes. O mercado se dava conta de que não existia um único tipo de mulher e que seria preciso falar com cada uma para conquistar atenção. Para Seda, que já buscava compreender as particularidades de cada cabeça, a resposta veio na segmentação.
A primeira aposta foi na linha Ceramidas, formulada para tratar cabelos ressecados. O sucesso puxou outro: um ano depois, em 1997, era lançado Seda Melanina, desenvolvido no Brasil para tratar cabelos escuros – caso de 66% das mulheres no País. Em 1998, nascia a linha Hidraloe, voltada para cabelos crespos e cacheados. Primeiro produto do gênero, Seda Hidraloe respondia ao biótipo da maioria das brasileiras e em pouco tempo transformou-se em estrondoso sucesso. Um ano depois, era a vez de os cabelos lisos e longos ganharem atenção, com o lançamento de Seda DNA Vegetal. A família de xampus e condicionadores ganhou filhotes, como creme de tratamento e creme de pentear. No fim do século XX, Seda mudava a maneira de tratar os cabelos das brasileiras e era líder em xampus e condicionadores no país.

Um novo olhar

Os anos 2000 chegaram, e a busca por produtos específicos continuou. Até o fim de 2001, Seda faria grandes lançamentos: a linha Selective, para cabelos mistos; Keraforce, para crespos tratados quimicamente; Color Vital, para cabelos tingidos; Control, para tratar a caspa; e Verão Intenso, para combater os efeitos do sol. Em 2002, mais uma lista de invenções, como o xampu e condicionador Citric Fresh, para cabelos oleosos, e a linha Lissage, para as adeptas de chapinhas e escovas, moda no País na época. Em 2004, Seda ainda falaria aos 29% de brasileiras com cabelos normais, lançando a linha Guaraná Fresh.
Em comum, todos os produtos alinhavam pesquisa e alta tecnologia para oferecer ingredientes naturais exóticos e, ao mesmo tempo, as últimas inovações. Frutas amazônicas, extratos de vitaminas, copolímeros e microesponjas entram nas receitas e traduzem um novo conceito de beleza. A idéia contida na fórmula – tratar os cabelos com o melhor, sem perder a ligação com a simplicidade da natureza – faria parte, mais tarde, das campanhas publicitárias de Seda.

Quem vive bem é mais bonita

Nos anos 2000, Seda propõe a versão cosmética da busca pela qualidade de vida, tema na agenda do novo milênio. Depois da corrida para trabalhar e consumir das décadas de 80 e 90, prega-se a valorização do tempo e de princípios mais humanos.
Mais do que ficar bonita, a mulher dos anos 2000 quer se sentir bela. Pressionada por todos os papéis que cumpre em casa, nos relacionamentos e no trabalho, ela quer estar à vontade. Os cosméticos, nesse contexto, podem ser amigos – ou inimigos.
Seda alia-se ao novo desejo da consumidora com a campanha Despenteie-se, e declara: “Tudo o que é bom de verdade, nesta vida, deixa você totalmente despenteada”. O máximo que pode acontecer é precisar pentear de novo – o que não é problema, porque Seda vem cuidando desses cabelos há muito tempo.

Cronologia

1968
Durante essa década, os sabões e ungüentos são aposentados com a chegada dos xampus. Entre os produtos no mercado, destaca-se a marca Seda, lançada em quatro versões, para diferentes tipos de cabelo: Beleza, para os normais; Lanolina, para os secos; Limão, para os oleosos; e Ovo, para os opacos.

1969
Os penteados da moda aposentam o laquê com o lançamento do Seda Hair Spray. À base de uma nova resina, o produto era capaz de sustentar um coque banana sem deixar o cabelo duro, como faziam seus antecessores.

1971
Os nós e embaraços ganham um inimigo feroz: o creme rinse de Seda, pioneiro no País. A família cresceria com o lançamento dos xampus Seda Tônico, para cabelos cansados, e Seda Erva, para fios ressecados.

1975
Os produtos naturais estão em alta, e Seda lança o xampu Bálsamo. Ingredientes retirados de cascas de árvores prometem brilho e proteção.

1980
O creme rinse é substituído por sua versão moderna: o condicionador. Sem óleo, a nova fórmula ganha versões para diferentes tipos de cabelo.

1984
Os ingredientes naturais continuam poderosos, e Seda Mel entra para a família. Dois anos depois, viriam os xampus Henna Natural e Seda Cenoura.

1989
Com o aval de Dusty Fleming, o cabeleireiro das estrelas, a marca lança o xampu
Proteínas Naturais da Seda.

1991
As mulheres pedem praticidade e Seda responde com o lançamento da linha 2 em 1, que une xampu e condicionador em um único produto.

1993
A linha Seda Pro é lançada, anunciando tendência para os próximos anos, com xampus, condicionadores e cremes pós-lavagem para a saúde dos cabelos.

1996
Cabelos opacos e quebradiços ganham aliados: a linha Seda Ceramidas, com xampu e condicionador. Mais tarde, a linha ganharia creme de tratamento e para pentear.

1997
Seda desenvolve no Brasil linha especial para cabelos escuros, coloração de mais da metade das brasileiras. Pioneira a marca lança a linha Melanina UV, que dá proteção e brilho a esse tipo de fios.

1998
Com o lançamento da linha Seda Hidraloe, as preces para ter cabelos crespos e cacheados são atendidas. Sucessos de venda, são os primeiros produtos voltados para esse tipo de cabelo no País.

1999
Pesquisas mostram que a preferência das brasileiras é o cabelo longo. Para manter esses fios, Seda lança a linha DNA Vegetal.

2000
• Cabelos tratados quimicamente ganham produtos específicos: a linha Keraforce, voltada para crespos, e a linha Color Vital, que mantém a cor dos tingidos.
• Lançamento da linha Selective, específica para cabelos mistos, oleosos na raiz e secos nas pontas.

2001
Os cabelos de férias podem se proteger com o novo Seda Verão Intenso, com complexo hidroprotetor para devolver a hidratação e a flexibilidade perdidas em função das agressões do sol, da água e do vento.
• Fios oleosos ganham a proteção da linha Seda Citric Fresh.
• Surge a linha Seda Control Umect, com novo complexo umectante e efeito anticaspa.
• Seda ingressa no segmento de tinturas, com o lançamento de Seda Pro Color.
• A moda da chapinha e da escova coloca cabelos lisos em alta. A linha Seda Lissage ajuda a conservá-los retos, graças à fórmula rica em proteínas hidrolisadas, que relaxa e nutre as fibras do cabelo.
• Seda Hidraloe, pioneira no tratamento de cabelos cacheados, é relançada com uma fórmula que reduz o efeito frizz – aqueles fios rebeldes que deixam os cabelos com a aparência de desarrumados.
• Seda transforma um caminhão de 20 metros de comprimento em um salão de beleza itinerante, o Camarim Seda. O objetivo é aproximar marca e consumidora.

2003
• Relançamento da linha Seda Ceramidas, indicado para cabelos opacos ou quebradiços, com fórmula que estimula a renovação celular.
• Seda Keraforce, a primeira linha para cabelos crespos quimicamente tratados do mercado brasileiro, é relançada com nova fragrância.
• A linha Seda Verão Intenso é relançada, com destaque para a redução de pontas duplas e cabelos quebrados, principais conseqüências da exposição ao sol.

2004
• Quase um terço das brasileiras tem cabelos normais. Seda lança uma linha exclusiva para elas: Guará Fresh.
• Relançamento da linha Color Vital, com fórmula para cabelos tingidos. A linha também ganha nova cor de embalagem, rótulo e perfume.
• Lançamento do condicionador pré-lavagem da linha Seda Ceramidas.
• Relançamento de Seda Verão Intenso. Como é muito associada ao verão, a linha ganharia nos anos seguintes relançamentos sazonais, com novas fórmulas e embalagens para reforçar as qualidades do produto.

2005
• Relançamento de toda a linha de xampus e condicionadores de Seda, com novas embalagens, cores e design, sem alterações na fórmula. É a oportunidade para implementar um novo conceito na comunicação de Seda. Ela se inspira na idéia de que tudo o que é bom de fazer despenteia e, ao mesmo tempo, é fundamental para ser feliz. Já que ninguém deve abrir mão da felicidade para manter a aparência, a campanha lança o mote “Despenteie-se”, que valoriza o bem- estar e a beleza que vem de dentro para fora, típicos de mulheres que estão de bem consigo mesmas.
• Seda lança a linha, Realce da Cor, para atuar na duração, proteção e destaque da cor dos cabelos, sejam eles tingidos ou naturais. Primeiro surgem as variantes Castanhos Intensos, Loiros Radiantes e Vermelhos Vibrantes e, em 2006, a Pretos Luminosos, que substitui a antiga Seda Melanina UV.

2006
• A marca lança a variante Seda Anti-Sponge, para cabelos rebeldes e eletrizados. A campanha fez sucesso com um leão de juba armada que, depois de usar o produto, fica com ela delineada, escorrida e lisa.
• Seda Control Umect ganha variante 2 em 1. A campanha mostra situações em que as mulheres tentam disfarçar o problema da caspa, de maneira bem-humorada, gerando identificação com as consumidoras.
• A linha Seda Formas apresenta novos produtos para realçar as formas de cada tipo de cabelo. Em três variantes: Seda Cachos Comportados, Seda Liso Perfeito e Seda Ondas Marcantes – a campanha da nova linha valoriza a filosofia da marca: “Você vive, seus cabelos ganham vida”.
• Chega ao mercado a linha Seda Queda Control, com vitaminas para fortalecer os fios. O produto tem sua eficácia comprovada por 8 em cada 10 mulheres – frase que recebe destaque na embalagem, o que inspirou o slogan “Mulheres contra a lei da gravidade”, usado na campanha de lançamento.

2007
• Seda redefine sua estratégia de xampus para cabelos danificados criando a linha S.O.S. Ela incorpora as linhas Ceramidas (para agressões do dia-a-dia) e Keraforce (para cabelos de afro-descendentes com tratamentos químicos) e inova com a variante S.O.S. Reparação 360º, para proteger cabelos do uso constante de secador, tinturas e chapinhas.
• Seda lança embalagens de 650 ml para as linhas mais vendidas e cria uma opção 20% mais econômica para as variantes Seda Formas (Cachos, Liso e Ondas), Seda S.O.S. (Ceramidas e Reparação) e Seda Queda Control.
• A linha Chocolate Intense chega ao mercado, com Extrato de Cacau e Pró-Vitamina B5 em sua fórmula, para nutrir e dar brilho a cabelos quimicamente tratados, com escova progressiva, ou térmica.

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One Response so far.

  1. Jac Bagis says:

    legal este post sobre seda... usei a linha seda ceramidas e a linha para cabelos cacheados durante muito tempo...

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