A Mulher dos 30 as 40...

A Mulher dos 30 as 40...

Bom girls, como eu estou entre essa etapa da minha vida catei na net um texto que explicava bem isso tudo. Vambora comigo?


As etapas se sucedem e o tempo deixa marcas. Não passa em vão. Esta fase costuma ser tumultuosa e cheia de desilusões, novas esperanças e renovadas energias. É em geral a década da primeira experiência de verdadeira crise.


Na década anterior, a mulher possuía ainda forte dose de idealismo. Nesta, a realidade se faz presente com seus limites. O lar se torna pequeno; ela deseja ampliar os horizontes. Há certo sentimento de insatisfação com referência às metas propostas oito ou dez anos antes.


É nesta década que começam as revisões do casal, a reconsideração explícita ou não, dos vínculos matrimoniais. A estatística mostra a freqüência crescente de separações entre os vinte e oito e os quarenta anos de idade.


Se o casal tem um filho ou dois, talvez deseje ter outro. Se não os teve, as consultas feitas ou todo tipo de tratamentos obrigam, necessariamente, a pensar no futuro com filhos adotivos ou sem eles.


Tanto a mulher quanto o homem, a esta altura, costumam voltar-se para si mesmos. O ponto de referência já não é o outro, como fator competitivo; compreende-se, às vezes muito tarde, quanto a própria pessoa ficou abandonada.


Podem-se identificar fortes contradições, origem de numerosos e variados conflitos.


A mulher trata de impor formas diferentes a opinião de que a luta pela vida, a competição fora de casa, a ganância de status e de segurança econômica afastaram o companheiro do lar, dos filhos e dela. Por sua vez, aos trinta anos, ela sente o companheiro afastado das metas (ou novas metas) traçadas por ela. Ele não compartilha do seu desejo de novos horizontes; não quer saber muito dessa “independência”. Não quer que o importunem, nem que o reprovem por coisa alguma.


Por seu lado, desde a fase anterior, o homem vem sendo pressionado para cumprir a missão, em grande parte imposta pela sociedade, de ser chefe do lar, o sustento da família e a garantia do futuro. Em tudo isso, a esposa esteve ao seu lado e colaborou ativamente, dando forças ao projeto. Agora, dez anos depois, quando o reprovam por estar afastado do lar, não pensar na companheira, não ter tempo suficiente para se dedicar aos filhos, o homem se sente encurralado e preso numa armadilha.


Ele tem a sensação de se encontrar num ponto em que não há retorno, enquanto ela está apenas começando a percorrer o caminho.

Fonte: Falando Naquilo

Beijos de uma quase loba,


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5 Responses so far.

  1. Adorei...

    Já vou me preparar pq falta pouco pra eu encabeçar essa etapa! Huahuahauauha!

    Xero minha lindona!

  2. Oi linda!

    Adorei esse texto, e realmente é verdade, estou exatamente assim, faço 38 no 12/12 e quanta coisas acontecendo.

    Obrigada!

    Muitas felicidades.

    Eliane
    elianleandro@gmail.com

  3. Oi faz resenha sobre os produtos mary kay!! são mavilhosos e estao entre os 100 melhores produtos do seculo!! vale apena conhecer!!!

  4. Lila Czar says:

    Oi, eu tenho 33. Gostei muito de ler tudo isso.
    Acho que ainda estou na fase idealista...
    Lila Czar
    http://seviracom30.blogspot.com

  5. Mary OML says:

    Essa fase ainda vai demorar um pouquinho pra mim, mas eu sei que um dia eu chego lá...
    Adorei esse texto!

    E Marília, minha irmã fala tão bem de vc que eu sinto um carinho enorme pela sua pessoa!
    Vc é carismática quando escreve, adoro isso!

    E espero que o 3 é demais dê muito certo...Eu fiquei super animada quando minha irmã me disse!!!

    Um beijo enorme ♥

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